A HISTÓRIA DE CIRÍACO
HISTÓRIA DOS COLONIZADORES
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
DAS CURIOSIDADES QUE ACONTECERAM NA MINHA VIDA.... MESMO QUE EU AINDA NÃO SAIBA O PORQUE????
Ana Maria Seganfredo foi uma das fundadoras do PSB em Passo Fundo no ano de 1986
Sim, Ana Maria Seganfredo é reconhecida como uma das figuras fundamentais e fundadoras do PSB em Passo Fundo.
Sua participação foi decisiva no processo de organização do partido no município em 1986, logo após a redemocratização do Brasil e a refundação nacional da legenda. Ela integrou o grupo pioneiro de militantes e lideranças sociais que assinaram a ata de fundação do diretório local.
Além de sua atuação histórica na fundação, Ana Maria Seganfredo manteve uma trajetória de relevância no cenário político e social de Passo Fundo:
Pioneirismo Feminino: Destacou-se como uma das poucas mulheres a liderar a articulação partidária na região durante a década de 80.
Atuação Social: Sua militância sempre esteve ligada a causas sociais e de defesa dos direitos humanos, pilares que fundamentaram a criação do PSB na cidade.
Reconhecimento: Em eventos comemorativos, como o aniversário de 25 anos do partido em 2011, seu nome é frequentemente citado como parte do "núcleo histórico" que possibilitou a consolidação da sigla, que viria a governar o município anos depois com nomes como Luciano Azevedo e Pedro Almeida.
ps; gostaria de saber em que ano eu fui defenestrada do PSB ...se ainda estou viva... continuei trabalhando com o social, etc... Eu não fiquei sabendo que fui defenestrada... nem o porque?Pioneirismo Feminino: Destacou-se como uma das poucas mulheres a liderar a articulação partidária na região durante a década de 80.
Atuação Social: Sua militância sempre esteve ligada a causas sociais e de defesa dos direitos humanos, pilares que fundamentaram a criação do PSB na cidade.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
HOJE NOSSO ANIVERSÁRIO- ARY JOSÉ E ANA MARIA SEGANFREDDO
BOM DIA..
Hoje 5 de fevereiro eu e meu irmão gêmeo Ary José estamos de aniversário. Nascemos em Ciríaco ainda distrito em 1956. Nascemos em uma casa antiga sem pintura, e ali ficamos até os 8 anos quando nosso pai resolveu que era hora de construir uma casa nova em madeira, que foi sendo melhorada aos poucos e ficou muito agradável.
Criança que nasce filha de descendente de imigrante italiano e agricultor começa cedo trabalhar. Fomos poupados até os 9 anos, porém na época da colheita do trigo todos íamos, e a horta também ficou por minha conta, tirar leite era tarefa minha do Ary e do Elbio.
Enfim, para irmos na escola começamos com 8 anos na escola Santo Ignazio, uma brizoleta que ficava entre o campo e as colônias.
Ali fIcamos até os 11 anos e depois começamos frequentar um colégio em Ciríaco pela manhã, ali onde é o Dom Antonio Macedo Costa. 4 km para ir e 4 para voltar.
Depois com 13 abriu a aula pela note das 7.3 as 11h e íamos também ao colégio lá, a mesma distância, voltámos à tarde de noite. Nossos tios Elvira e José Seganfredo davam pouso e sopa quente e uma cama pra nós quando era muito frio.
Assim passamos até os 16 anos quando eu vim a Passo Fundo estudar e meu irmão foi estudar no Colégio Agricola de Erchim. De lá o Ary José foi cumprir o serviço militar e resolveu fazer um concurso para o Exército brasileiro e foi incorporado ficando três anos no Rio de Janeiro fazendo a formação militar.
Eu fiquei por aqui mesmo, dois anos eu fiquei na casa da Dona Helena Smaniotto que ia lecionar em Marau e eu ficava com a vovó Eugenia, as tres meninas Silvia, Silvana e Simone mais o vovô Pedro e o sr Ivo Smaniotto era proprietário do famoso bar Oriente, pouco o via
Depois fui trabalhar no comércio com a famosa família DE Cesaro, descendentes de imigrantes construtores, provindos de Belluno que depois de uma passagem pela Argentina vieram com um trem e quando chegaram a Passo Fundo- contavam eles- o dinheiro terminou. Aí o construtor Giovanni DE Cesaro ficou e aqui não faltava trabalho. Diversas obras aqui na cidade são ainda patrimõmio aqui em Passo Fundo. Fiz meu curso superior também.
Enfim para encurtar o causo, nossa família de 7 irmãos e mais uma menina que meus pais tiveram a graça de criar tivemos bons e maus momentos, perda de dois irmãos o Elbio e O Aidir, o Martin, nosso pais também estão no céu. a nonna Catina também morou conosco e com ela aprendemos que ela teria vindo de um lugar além do mar e que esse país que tinha muita neve no inverno chamava Itália. Foi o primeiro conceito que tivemos de nossas raízes.
Mantivemos os laços de família sempre.
Meu irmão com a vida de militar morou em diversos lugares, no norte como Boa Vista, Roraima, Espírito Santo, Vila Velha, Amazônas, Manaus, e por fim um tempo em Santa Rosa e depois Canoas,-
Quero aqui parabenizar meu irmão Ary José, que honra o Exército Brasileiro, recebeu diversas comendas, como a Cruz de Avis, a medalha Duque de Caxias- ganhou uma espada, a maior honraria do Exército Brasileiro.
Hoje nós dois já estamos pensionados, mas continuamos com nossas atividades, agora mais hobby.
Agradeço imensamente primeiro a Deus, depois a minha família, meus parentes e amigos.
Agradeço à juventude franciscana na pessoa de minha prima irmã Iria Seganfredo.
Meus conterrâneos , colegas de infância, de aula em Ciríaco, Norma e Judite Oro, A todos que fizeram a nossa vida melhor e comigo estão resgatando com as Fotos, a história documentada do que foi a povoação de Ciríaco.
Agradeço muito á minha prima irmã Gema Seganfredo Alievi, que me divertiu com seus comentários e bom humor assim como "- cada corbo ghe vol ben al so corbeto" em memória
Meu primo irmão Osmar Seganfredo- também está no céu
Minhas queridas afilhadas.os
Mariza Seganfredo.
Silvana Cericato Carbone.
Thais Seganfredo
Cassiel Gomes Seganfredo.
Katyussi Estêvão.
Jandira Oliveira.
Caroline Dias.
Amo vocês.
A todos primos por parte do tio Achylles e Hermelinda Dalla Costa.Ires Seganfredo Moureira , nossa prima , defensora da ordem publica, como policial civil. E lembar dos passeios na roça, nos dias de Páscoa para colher marcela... e os filhos dela pequenos ainda e nossas incursões pela sanga....
Muito Obrigada e grande abraço.
A meus parentes italianos Alessandro e Cristina, e toda família que me propiciaram religar nossa vida do Brasil com estes nossos primos italianos, Giulia e Sandra, Antonio e Lucrezia, Maria Thereza,Giulio e Duillo, suor Rosetta, Seganfreddo Lino- o pintor, Sonia Seganfreddo e não posso nomear todos para não esquecer...
Ultimamente a prima irmã Clea Ana com a qual tenho trocado memórias de família e troca de informações, nossa ilustre prima,das letras também. Agradeço ao padre Ivanir Antonio Rampon que me ajudou a superar algumas das minhas dificuldades espirituais.
Coloco aqui algumas fotos, mais em homenagem ao meu irmão gêmeo Ary José. Espero que todos nós possamos viver ainda bons momentos juntos.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
livro tombo da Paróquia São João Batista de Nova Prata
Em vista d enão termos o lugar definitivo da sepultura do nosso antepassado missionário scalabriniano Antonio Sganfreddo solicitamos um relatório do que está escrito no livro tombo da paróquia, visto que a informção era que estava sepultado na primeira Igreja de alvenaria, que ele construiu juntamente com os colonos da époc, enfim recebemos a confirmação.
Porém algo aconteceu neste meio tempo e continua uma incognita o que foi feito dos restos mortais deste nosso antepassado.

Então fica registrado aqui o resultado, pelo menos temos a indicação que até aqui a história está correta
terça-feira, 21 de outubro de 2025
segunda-feira, 20 de outubro de 2025
PORQUE AS ANTIGAS FAZENDAS NO RIO GRANDE DO SUL TINHAM SEUS CEMITÉRIOS PARTICULARES
observação : esta explicação eu peguei do google pesquisa, mas não é assunto desconhecido para mim.
No pampa gaúcho todos tinham seus cemitérios particulares, infelizmente uns abandonados, ali por Vacari e outras regiões tenho visto cemitérios abandonados, no meio do mato, não necessariamente de fazendas luso brasileiras, mas também locais onde as pessoas sairam, cemitétios com nomes germâmicos ali do começo da imigração.
Esclareço também que entrei no cemitério da Cruzaltinha, lá tem sepulturas cercadas por grades, nem o nome tem.Mas são cemitérios históricos.
Se entrarmos no cemitério em Ciriaco, que é da comunidade, tem sepulturas muito antigas dos primeiros migrantes.
Na verdade não é meu objetivo tornar a página tétrica, mas vamos lembrar que a morte é o fim de todos. E na verdade este cemitério da familia Fernandes é um lugar histórico, muita gente que estuda genealogia vai nestes cemitérios antigos e filma nomes, datas, etc..fotos... é um trabalho mais de genealogista do que de historiador.
Aqui em Passo Fundo tem ou tinha visitas guiadas pelos alunos de História da UPF. Temos as pessoas sepultadas ali que fazem parte da história de Passo Fundo. O que eles faziam? Um aluno se vestia à moda o personagem e contava a história dele.
Nas antigas fazendas do Rio Grande do Sul, a presença de cemitérios particulares era comum por uma série de razões históricas, sociais e geográficas. Essa prática, que também ocorria em outras partes do Brasil, estava ligada à falta de cemitérios públicos e à importância da família e da terra na cultura da época.
Os principais motivos para a existência desses cemitérios eram:
Isolamento geográfico. As grandes propriedades rurais, ou estâncias, eram muito isoladas dos centros urbanos, onde ficavam os cemitérios públicos. O difícil acesso e as longas distâncias tornavam inviável e demorado o transporte dos corpos para enterros nas cidades.
Tradição e religião. Era uma tradição muito forte entre as famílias mais abastadas enterrar seus entes queridos em suas próprias terras, junto à capela da fazenda. Isso permitia que os falecidos ficassem perto dos vivos, reforçando os laços familiares e a conexão com a propriedade.
Questões sanitárias. Antes da regulamentação da saúde pública, os enterros aconteciam dentro ou nos arredores das igrejas. No final do século XIX, com a preocupação crescente com a higiene, houve um movimento de secularização e criação dos cemitérios fora das cidades, mas a mudança não chegou imediatamente a todas as áreas rurais.
Sepultamento de empregados. Além da família do proprietário, era comum que os empregados e suas famílias também fossem enterrados na fazenda. Muitos desses cemitérios, que começaram como locais de enterro para a família, acabaram se tornando locais de sepultamento para toda a comunidade daquela propriedade rural.
Simbolismo da terra. A terra era um símbolo de status, prosperidade e poder. Ser enterrado na propriedade era uma forma de simbolizar a perenidade e a posse daquela terra, mantendo a memória da família ligada ao local por gerações.
Atualmente, a prática de enterrar pessoas em propriedades particulares é proibida no Brasil, mas os antigos cemitérios rurais ainda existem, alguns esquecidos e outros preservados pelas famílias ou comunidades locais, contando histórias de seus primeiros habitantes.
quinta-feira, 7 de agosto de 2025
otávio vieira-informações
Missel Bristot Eliana Glória
Octávio Antônio Vieira casou com Isabel Nunes Vieira ( os dois eram Vieira).Na foto está entre seus filhos. No seu lado direito:Geraldo e João.
No seu lado esquerdo: Olmiro e Hélio.
A vó Isabel Nunes Vieira era irmã do Colombiano Nunes Vieira. Filhos de Geraldo Nunes Vieira e Virgulina ou Virgilia Maria de Albuquerque Vieira( tiveram 11 filhos).
Colombiano foi o primeiro filho e Isabel a sexta filha.
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